Remédios Para Emagrecer – Conheça Seus Riscos e Benefícios

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Conseguir perder aqueles quilinhos a mais de uma forma rápida e sem esforço excessivo é o sonho de qualquer mulher no mundo. Com a chegada do verão o número de mulheres que tomam medicamentos para emagrecer de uma forma errada, chega a ser assustador.

Médicos conceituados do mundo todo já disseram que não existe a possibilidade de um medicamento para emagrecer ser 100% natural e que vai agir no organismo causando perda de peso, como muitas pessoas que têm interesse financeiros afirmam.

No Brasil, 40 milhões de pessoas são considerados obesos. A maioria dessas pessoas não sabem que a obesidade é uma doença crônica, ou seja, deve ser tratada para sempre, pode ser com dieta, com atividade física, cirurgia ou pelo uso de medicamentos para emagrecer.

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Fato é que muitas pessoas acabam colocando sua própria saúde em risco em busca do “corpo perfeito”. A Junta Internacional de Fiscalização de Entorpecentes (Jife), órgão das Nações Unidas, divulgou um estudo que confirma que as pessoas tem consumido cada vez mais esses tipos de remédios, correndo sérios riscos devido aos efeitos colaterais que podem ser causados.

Mas, será que os remédios para emagrecer não trazem benefícios e tudo isso não passa de uma ilusão?

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Sim, os remédios para emagrecer aceleram o metabolismo, causando um aumento maior de gasto calórico e ajudam na perda de peso. Porém, mesmo com esses benefícios, você deve ter um acompanhado médico, tanto para o consumo dessa medicação, como nos exercícios físicos propostos, até porque, se você não fizer sua parte, não há remédio milagroso que fará.

Bom, agora vamos falar sobre os principais remédios comercializados para emagrecer. Quais são os benefícios, os riscos, efeitos colaterais, em qual parte do corpo eles agem e se é verdade ou mito que eles causam dependência?

Primeiro tópico importantíssimo a ser esclarecido é: Os medicamentos abaixo, que são os permitidos pela Anvisa para comercialização, não causam dependência. Porém, os primeiros medicamentos comercializados no Brasil eram a base de Anfetamina e justamente pelo fator da dependência, não são mais permitidos a comercialização.

Lembrando também que se você e seu médico percebem que os medicamentos abaixo não estão surtindo efeito, pare de tomar e peça ao seu médico que troque a medicação.

SIBUTRAMINA

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A Sibutramina age diretamente no cérebro do ser humano. Esse medicamento tem uma ação eficaz nos neurotransmissores, ou seja, nas substâncias químicas presente no cérebro. Ele aumenta a quantidade de dois neurotransmissores que são a Cerotonina e a Noradrenalina.

Esse remédio para emagrecer tem a função de diminuir o apetite e ao mesmo tempo ele consegue fazer com que a pessoa não sinta fome e mantêm a sensação de que você está satisfeita por muito mais tempo do que uma pessoa que não usa esse medicamento.

Como todo medicamento, a Sibutramina pode (ou não) trazer efeitos colaterais sérios, tais como: boca seca, intestino preso, ansiedade, irritabilidade, insônia e é contraindicado para pessoas com problemas cardíacos. Além disso, pessoas que possuem depressão, pânico, derrame, infarto ou correm risco de terem essas doenças, não devem fazer uso da Sibutramina, principalmente se forem idosas.

LIRAGLUTIDA

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O Liraglutida age no cérebro e no estômago. Primeiro, ele age no estômago, diminuindo o esvaziamento gástrico, ou seja, um paciente que não faz uso desse medicamento libera esse um líquido presente no estômago de uma forma muito mais rápida, principalmente quando a pessoa está com fome.

Agora, os pacientes que tomam a Liraglutida, principalmente nas primeiras semanas de uso, o esvaziamento desse líquido acontece de uma forma bem mais lenta.  Falando o português mais claro, isso significa que a pessoa vai ficar saciada por mais tempo e consequentemente ingerir menos calorias. Esse efeito todo acontece até as 12 primeiras semanas de uso. Após esse período, o Liraglutida passa a agir no cérebro, ao invés de agir no estômago.

Diferentemente da Sibutramina, o Liraglutida pode ser usado em pessoas que possuem depressão, ansiedade, irritabilidade e, principalmente, por pessoas que possuem doenças psiquiátricas.

Por outro lado, esse medicamento pode causar efeitos colaterais em pacientes que fazem uso dessa medicação, como por exemplo: vômito, náusea e  dor de cabeça.

ORLISTAT

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O Orlistat age única e exclusivamente no intestino, o que é um ponto muito positivo para esse medicamento, uma vez que ele não age no sistema nervoso central, como os outros medicamentos.

Do ponto de vista negativo, se você come muita gordura, ele vai jogar, aproximadamente, 30% do que você ingeriu fora. Vendo isso você pode pensar que isso é ótimo, mas não se esqueça que ele está eliminando carboidratos e proteínas presentes nos alimentos.

Uma vez que você faz uso do Orlistat, você deve fazer as três refeições corretamente do dia-a-dia (café da manhã, almoço e janta), pois lembre-se que ele elimina uma grande quantidade de tudo que você ingere e isso pode acabar sendo prejudicial à sua saúde.

Devido a grande quantidade de gordura no intestino, o Orlistat faz com que seu intestino “fique solto”, exatamente por isso os efeitos colaterais são: diarreia, alteração da microbiota, além de interferir na absorção de vitaminas.  

TOPIRAMATO

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Uma curiosidade sobre o Topiramato, é que inicialmente ele foi criado para tratamentos em pessoas com epilepsia. Mais tarde, ele foi usado para pessoas com alteração de humor, enxaqueca e mais tarde para apetite.

Outra curiosidade é que diferente dos outros medicamentos citados acima, esse medicamento influencia no uso dos anticoncepcionais, ou seja, ele pode diminuir o efeito do anticoncepcional.

O Topiramato age diretamente no cérebro humano. Ele possui dois neurotransmissores conhecidos como Gaba e Glutamato, os dois juntos têm a função de acelerar o metabolismo e bloquear aquela compulsão por comida, além da diminuição do apetite.

Esse medicamento pode causar dormência, sonolência, falta de memória, problemas de humor e dores de cabeça . Além disso esse medicamento é chamado de “Off Label”, isso significa que ainda não foram realizados estudos suficientes para comprovar que esse medicamento tem 100% de efetividade. 

Lembre-se que, não adianta fazer uso de qualquer um desses medicamentos, se não existir uma reeducação alimentar e a prática de exercícios físicos. E principalmente, NUNCA coloque sua saúde em risco, ingerindo remédios sem acompanhamento médico, pela fantasia de corpo perfeito que é passado pela mídia.

Quer saber como emagrecer comendo de TUDO e sem precisar de remédio nenhum? Então, assista esse vídeoonde uma personal trainer mostra como bloquear o estranho hormônio que cria moléculas de gordura no corpo das mulheres, fazendo elas emagrecerem em até 6 semanas.

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